O crescimento de PMEs no digital prova que marketing não é só pra gigante

Normalmente, pequenas e médias empresas se viram fora do jogo do marketing.
A crença era simples (e limitante): “Marketing é coisa pra empresa grande.”

Mas os dados mostram outra realidade: segundo uma matéria recente do Terra, as PMEs brasileiras estão crescendo com consistência ao investir em marketing digital.


E mais: estão se posicionando, conquistando mercado e construindo autoridade sem depender de grandes verbas ou estruturas.

O digital nivelou o jogo, mas estratégia continua sendo o diferencial

Hoje, qualquer marca pode alcançar seu público, criar conteúdo, anunciar e se conectar diretamente com o consumidor final.
Mas isso não quer dizer que qualquer ação dá resultado.

O erro mais comum das PMEs ainda é entrar no digital sem direção, sem clareza e sem posicionamento.

A boa notícia?
Quando existe uma estratégia bem pensada, mesmo com orçamento enxuto, os resultados vêm. E são escaláveis.

Por que o marketing digital funciona tão bem para PMEs?

Porque é mensurável, flexível, personalizável e, acima de tudo, acessível.

Você não precisa estar na TV em horário nobre.
Você precisa estar na tela certa, na hora certa, com a mensagem certa.

Com uma boa estratégia, pequenas marcas podem:

  • Aparecer para o público certo no Instagram, Google ou YouTube

  • Gerar autoridade com conteúdo de valor

  • Construir funis de vendas eficientes e automatizados

  • Criar conexão com a comunidade local ou nichada

  • Vender com consistência — mesmo sem grandes estruturas

 

O que as PMEs que crescem têm em comum?

Segundo a reportagem do Terra, algumas ações são padrão entre as PMEs que aceleraram com o digital:

  • Investimento contínuo em presença online (não só em “posts bonitinhos”)
  • Clareza de nicho e público-alvo
  • Posicionamento de marca bem definido
  • Acompanhamento de métricas e otimização constante
  • Apoio profissional na estratégia (mesmo que terceirizado)

Ou seja: não é sorte. É método.

Conclusión

O marketing digital deixou de ser um “extra” e se tornou um dos motores principais de crescimento para negócios de qualquer porte.

Pequenas e médias empresas que entenderem isso agora vão sair na frente nos próximos anos.
As que esperarem “ter mais estrutura” para começar… vão assistir os concorrentes passando.

Fuente: Tierra

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O novo comportamento do consumidor está desafiando os funis tradicionais de marketing digital

Durante muito tempo, os funis de marketing seguiram um padrão previsível: atrair, nutrir, converter. Um modelo linear, com etapas claras, que funcionava bem quando o consumidor tinha menos acesso à informação e menos autonomia na jornada.

Mas os tempos mudaram. E o comportamento do consumidor também.

Com redes sociais, múltiplos canais, influenciadores, recomendações em tempo real e decisões cada vez mais rápidas, o novo consumidor não segue mais um “roteiro” definido. Ele entra e sai do funil quando quiser — e isso está bagunçando a lógica do marketing digital tradicional.

O cliente está mais informado, mas também mais imprevisível

Hoje, o consumidor pesquisa, compara, analisa reputação, volta atrás, decide de madrugada, compra por um link no Instagram ou abandona o carrinho por uma review negativa que viu no TikTok.

Ou seja: ele não precisa mais da marca para conduzi-lo. Ele mesmo conduz a jornada, e exige respostas rápidas, experiências personalizadas e comunicação integrada.

A morte do funil linear

Profissionais de marketing de grandes empresas já perceberam que o antigo modelo “Topo > Meio > Fundo” não dá mais conta da realidade.

E isso muda tudo:

– O primeiro contato do cliente pode ser no fundo do funil
– A conversão pode acontecer antes da consideração
– A decisão pode vir do boca a boca, e não da campanha
– O pós-venda pode ser o novo topo de funil

Em vez de funil linear, estamos lidando com um ecossistema dinâmico, não linear, que exige fluidez e adaptação constante.

O que isso muda na prática?

Aqui na Red Pill, isso muda tudo.
Não dá mais pra trabalhar com estratégias padronizadas, calendários engessados ou jornadas fantasiosas.

  • O conteúdo precisa ser estratégico, mas também flexível.
  • O tráfego precisa dialogar com comportamento real, não com teoria.
  • O branding precisa ser forte o suficiente para gerar confiança em qualquer ponto da jornada.

Mais do que entender o funil, você precisa entender o consumidor, e ele muda o tempo todo.


O que a sua marca pode fazer agora?

  1. Mapeie a jornada real dos seus clientes atuais. Veja como de fato eles chegam até você — não como você gostaria que chegassem.

  2. Integre canais: redes sociais, site, WhatsApp, atendimento, tudo precisa conversar com clareza e coerência.

  3. Reforce o branding: quando o funil quebra, é a confiança na marca que segura a decisão.

  4. Esteja presente antes, durante e depois da venda. Porque o novo consumidor escolhe marcas que acompanham, não que empurram.

Fuente: Âncora Comunicação

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GEO y SEO: ¿por qué tu marca necesita ambos para crecer digitalmente?

Si cree que el SEO es suficiente para mantener fuerte su presencia digital, es hora de actualizar su visión.

O GEO (Gestión de la Experiencia Online) gana cada vez más terreno en las estrategias de marketing digital, no para sustituir al SEO, sino para complementar y amplificar sus efectos.

En otras palabras, a la visibilidad sin experiencia es vanidad. Y GEO ha surgido precisamente como respuesta a esta nueva demanda del mercado.

¿Qué es el GEO?

GEO es el acrónimo de Online Experience Management, un conjunto de prácticas destinadas a optimizar la percepción que el usuario tiene de la marca en todos los puntos de contacto digitales, especialmente cuando la busca.

Esto incluye

  • Reputación en plataformas como Google y redes sociales

  • Actualización y normalización de la información en motores de búsqueda y mapas

  • Gestión activa de valoraciones y comentarios

  • Experiencia de navegación en sitios web y perfiles oficiales

En resumen, GEO trabaja para garantizar que lo que el público encuentre sobre su marca en línea sea coherente, fiable y atractivo.

GEO no sustituye al SEO, pero lo mejora

Mientras que el SEO trabaja para posicionar bien su sitio en los motores de búsqueda, GEO garantiza que la experiencia del usuario con estos resultados sea positiva, fluida y eficaz.

  • El SEO te pone en el escaparate.
  • GEO se encarga de que el escaparate esté bien iluminado, organizado y resulte atractivo.

Juntos, construyen lo que llamamos una presencia digital estratégica.

¿Y eso por qué importa?

Porque hoy, más que nunca, los clientes investigan antes de confiar.

Escribe el nombre de tu marca en Google y quiere encontrarla:

  • Reseñas recientes

  • Horarios de apertura actualizados

  • Redes sociales activas

  • Un sitio web adaptable

  • Una reputación positiva

Si encuentra enlaces rotos, reseñas negativas sin respuesta o perfiles obsoletos. La confianza decae. La conversión se esfuma.

Conclusión

El SEO sigue siendo esencial, pero el juego ha evolucionado.
Si quiere que su marca crezca de forma consistente en digital, ya no puede ignorar la experiencia que ofrece fuera de su propio sitio.

Fuente: Tierra

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