O novo comportamento do consumidor está desafiando os funis tradicionais de marketing digital

Durante muito tempo, os funis de marketing seguiram um padrão previsível: atrair, nutrir, converter. Um modelo linear, com etapas claras, que funcionava bem quando o consumidor tinha menos acesso à informação e menos autonomia na jornada.
Mas os tempos mudaram. E o comportamento do consumidor também.
Com redes sociais, múltiplos canais, influenciadores, recomendações em tempo real e decisões cada vez mais rápidas, o novo consumidor não segue mais um “roteiro” definido. Ele entra e sai do funil quando quiser — e isso está bagunçando a lógica do marketing digital tradicional.
O cliente está mais informado, mas também mais imprevisível
Hoje, o consumidor pesquisa, compara, analisa reputação, volta atrás, decide de madrugada, compra por um link no Instagram ou abandona o carrinho por uma review negativa que viu no TikTok.
Ou seja: ele não precisa mais da marca para conduzi-lo. Ele mesmo conduz a jornada, e exige respostas rápidas, experiências personalizadas e comunicação integrada.
A morte do funil linear
Profissionais de marketing de grandes empresas já perceberam que o antigo modelo “Topo > Meio > Fundo” não dá mais conta da realidade.
E isso muda tudo:
– O primeiro contato do cliente pode ser no fundo do funil
– A conversão pode acontecer antes da consideração
– A decisão pode vir do boca a boca, e não da campanha
– O pós-venda pode ser o novo topo de funil
Em vez de funil linear, estamos lidando com um ecossistema dinâmico, não linear, que exige fluidez e adaptação constante.
O que isso muda na prática?
Aqui na Red Pill, isso muda tudo.
Não dá mais pra trabalhar com estratégias padronizadas, calendários engessados ou jornadas fantasiosas.
- O conteúdo precisa ser estratégico, mas também flexível.
- O tráfego precisa dialogar com comportamento real, não com teoria.
- O branding precisa ser forte o suficiente para gerar confiança em qualquer ponto da jornada.
Mais do que entender o funil, você precisa entender o consumidor, e ele muda o tempo todo.
O que a sua marca pode fazer agora?
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Mapeie a jornada real dos seus clientes atuais. Veja como de fato eles chegam até você — não como você gostaria que chegassem.
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Integre canais: redes sociais, site, WhatsApp, atendimento, tudo precisa conversar com clareza e coerência.
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Reforce o branding: quando o funil quebra, é a confiança na marca que segura a decisão.
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Esteja presente antes, durante e depois da venda. Porque o novo consumidor escolhe marcas que acompanham, não que empurram.
Source: Âncora Comunicação


